O que você faz com os livros que não quer mais?

Eu sempre dôo. Os últimos, cerca de 50 livros, doei para a Biblioteca Municipal de Arroyomolinos (Madri); também já distribui entre amigos e uma  vez no Brasil vendi alguns livros de teoria da literatura, antes de vir morar na Espanha. Coloquei um anúncio na Internet e veio uma colega buscá- los. Livros inclusive com autógrafo dos autores, como Massaud Moisés, um teórico de literatura.

Agora tenho uma nova remessa que quero e preciso me desfazer. Alguns são livros para colecionadores, como a série de “Conan”, do meu marido. Resolvi que tudo o que não é lido tem que ir embora para liberar espaço. Nesse sentido os e-books são superiores, pois não ocupam espaço e sao ecológicos.

Novamente vou recorrer à Internet, vamos ver se funciona.

E então, o que você faz com os livros que já leu e não quer mais?

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3 comentários sobre “O que você faz com os livros que não quer mais?

  1. Olha, também doei, vendi os meus livros e apostilas todas de meu curso de letras, quando vim definitivamente para Portugal. Muitos estavam autografados também. Sinceramente, isso não foi nada fácil para mim. Tenho um frio no coração até hoje, depois de 3 anos, quando lembro que tive de fazer isso. As fotocópias de textos e livros, dei tudo a uma amiga, que certamente dará um bom destino a todos eles. Um ensinamento cristão diz: Faz o bem sem saber a quem. Costumo doar coisa e nem quero saber o que delas vai ser feito. Mas meus livros, quis mesmo saber onde cada um foi parar. Atualmente, muita coisa que tenho na estante, já poderia ir para a doação, mas também teria de ter o aval de meu marido, o que é praticamente impossível. Da estante, muitos já rumaram para o maleiro do guarda-roupa e… assim vai, até não caber mais na minha “mansão”.
    Feliz 2010! Bjs.

  2. Vivêssemos nós dois na mesma cidade (ciudad), eu logo iria buscá-los, mesmo sob a pior das tempestades, sob a mais tenebrosa sombra pairando sobre os ombros do populacho, sob o mais severo e hediondo toque de recolher, sim, eu iria, gripado ou não, com ou sem um sanduíche no bolso para a longa travessia da cidade / ciudad, ora, nem iria pestanejar para botar mãos e olhos em tais beldades (que o cérebro é curto, mas é entusiasmado com o aprendizado – por isso é que acho que sou da linha direta do Gutemberg, além de que desconfio parentesco direto com algum egípcio muito antigo, fabricante de papiros para algum faraó).

    Abraço.
    Darlan

  3. Envio para a biblioteca da universidade em que trabalho, que é ainda bastante precária, ou distribuo com os alunos. Eles não têm o hábito de comprar livros, acham caro e superfluos (pode?). Como não são propriamente acadêmicos, é de se entender, se é que podemos realmente entender quem não dá R$30 num livro, mas dá mais de R$100 para uma tarde de Fest Verão na praia, por exemplo.

    O blog está lindo! Parabéns!!

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